SEABRA: UNIDADE DA OPOSIÇÃO, OU RECICLAGEM COM A SITUAÇÃO? EIS O DILEMA…

Foto: Reprodução

O processo eleitoral em Seabra, Chapada Diamantina, que será finalizado na eleição de outubro de 2024, encontra-se muito turbulento.


A atual gestão apresentou de forma atropelada sete possíveis nomes que poderiam encabeçar a chapa. Ainda que alguns nomes fossem apenas de “fachada”, por falta de popularidade, enquanto outros sem nenhuma chance por não gozar da confiança da atual gestão.


Os grupos políticos em Seabra estão cansados em saber que o nome de interesse do gestor é da atual presidente da câmara municipal de Seabra. A dificuldade é falta de apelo popular, e a rejeição do atual gestor que não permite a cristalização do nome.


Diante desse cenário, alguns poucos nomes, dois talvez, apesar de não aceitar a forma como a atual gestão municipal conduz o processo de escolha da sucessão, assim como o governo municipal seabrense, quer seja na saúde, educação e infraestrutura, não têm a coragem necessária para discordarem publicamente.


É preferível acreditar ser falta de coragem, mas há quem diga, o que os mantém apoiando e aceitando as arbitrariedades são os cargos de indicação política na gestão municipal, assim como as benesses do poder. Nós preferimos acreditar que seja covardia mesmo, como diz o ditado popular “a esperança é a última que morre”.


Neste emaranhado de trapalhadas da Situação para indicação do nome, a Oposição ao invés de aproveitar a inaptidão, ficam desorientados politicamente, atirando nos próprios pés, e sobretudo sonhando em “reciclar”, os descartados da Situação.


Obviamente que é o momento de construção da maior unidade possível para enfrentar, a quem assume que fará sucessor na base do dinheiro. Contudo, em qualquer processo devemos saber reconhecer quem é grupo, e quem é agregado.
Existe uma expressão popular que diz, tem políticos que “não vale nem um vintém”, e se apresentam como se valessem milhões.

Como saber medir os tamanhos dos “covardes”?


O tempo da política não é para dialogar com grupos opositores, o momento é de conversar com os SEUS, ouvi-los, planejar, e construir a UNIDADE.


Se alguém do outro lado vier, quem venha para somar, para juntar, e nunca para dividir, até porque quem foi conivente com os mal feitos da atual gestão, não tem muito a contribuir para uma nova forma de pensar e governar. Não é mesmo?


Nesse sentido, se quisermos nos liberar de uma gestão que transforma a saúde pública em açougue, que faz da educação um puxadinho, que ignora os comerciantes local durante oito anos, e somente às vésperas do período eleitoral, manda os subalternos fazerem convites, é preciso fazer muito mais que visitinhas nos finais de semana, tomar café, e ir à velórios (embora seja sublime).



O momento exige diálogos, reuniões amplas, organizar reuniões com médicos, enfermeiros, gestores escolares, coordenadores pedagógicos e professores, técnicos de diversas áreas, partidos políticos, associações de bairros, líderes comunitários, sindicatos, comerciantes e pensar Seabra. Se não houver uma mobilização popular e coletiva, o risco é muito grande em mudarmos somente a foto a partir do dia 01 de janeiro de 2025.

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